quinta-feira, 21 de agosto de 2014

39ºCapitulo

Ana Beatriz narrando.

Pois é, daqui pra frente minha vida vai ter que mudar, nunca morei sozinha, mas não deveria ser tão dificil assim, afinal não sou mais um bebê que depende da mãe pra tudo, e depois de ouvir minha mãe dizer que não apoiava meu namoro, foi a gota d'água pra mim tomar a decisão que já se passava a tempos por minha mente, sair daquela casa. E agora eu teria que arrumar tudo sozinha, e só de olhar minhas malas, me bateu uma preguiça, por sorte Luan estava ali comigo, e como ele é meu namorado lindo, teria que me ajudar botar ordem em tudo.

-Bebê, agora vamos deixar a preguiça de lado e vamos arrumar minhas coisas-dizia eu puchando Luan que estava deitado com a maior preguiça no sofá
-Ha não amorzinho, já tive que trazer esse tanto de coisa pra cá, deixa eu descansar um pouquinho-dizia todo preguiçoso
-Nada de descansar amor, levanta logo dai e vem me ajudar, se não eu te deixo de castigo
-De castigo?-perguntou me olhando sem entender
-Traduzindo, deixo o Luan Jr. de castigo-disse rindo
-Isso é maldade amor-ele fez bico-mas vem cá só um pouquinho, depois prometo que te ajudo-dizia ele me chamando pra deitar com ele no sofá
-Não amor, se eu deitar ai, a gente fica o dia todo, e eu preciso organizar tudo antes das 18:30 hrs
-Porque antes das 18:30 hrs? tem algum compromisso é?-perguntou erguendo uma sobrancelha
-Tenho que buscar meu pai no aeroporto
-É mesmo, o sogrão vai vim pra cá-disse ele rindo de canto
-E se prepare senhor Luan Santana, o Gustavo contou pro meu pai que a gente ta namorando e ele me disse que precisa ter uma conversa muito séria com você
-Com o sogrão eu to de boa-ele disse naturalmente
-Percebe-se ta ate chamando de sogrão sem ele saber-eu ri de canto
-Pro cê ver amorzinho, agora vem cá com seu homem lindo, deita aqui só um pouquinho-pediu me puchando com as suas mãos gordas
-Ta bom, mas só um pouquinho-disse me deitando agarradinha a ele


-Te amo sabia?-disse Luan me apertando e cheirando meu pescoço
-Sabia-disse toda convencida-te amo tambem meu bebê-alisei seu rosto
-Eu amo mais, minha neném-disse Luan se deitando em cima de mim e tentando me beijar, enquanto eu desviava e ria dele


-Deixa de ser chata amor-disse ele mordendo minha bochecha
-Ta bom bebezão-o puchei para um beijo


Trocamos varios beijos, e paramos pois já nos faltava folego.

-Amor, acho que ainda temos que fazer uma coisa né?-disse acariciando a nuca dele que ainda estava por cima de mim
-Mas cê num ta naqueles dias amor?-Luan perguntou fazendo uma cara de safado
-To Luan, mas eu to falando de arrumar minhas coisas, você entendeu o que seu safado-o dei uma mordida no pescoço-agora sai de cima de mim e vamos lá arrumar as coisas amor
-Aqui ta gostoso neném, eu e o cê abraçadinhos-disse me dando um selinho-namorando-deu outro selinho
-Eu sei amor, mas preciso arrumar minhas coisas, e num quero arrumar sozinha
-E eu tenho cara de arrumadeira?-disse Luan rindo de canto
-Nossa, depois dessa não precisa mais me ajudar ok-disse brava pela resposta dele e tentei o empurrar de cima de mim
-To brincando amor-disse ele agarrado a mim e enchendo meu rosto de beijos-não posso nem brincar com você, que cê apela amor
-Não é que eu apelo, é que se não quiser ajudar, não ajuda mas tambem não atrapalha-disse brava-então agora sai de cima de mim, e me deixa fazer tudo sozinha ok?
-Que muié braba rapaiz-ele riu e se levantou-vem cá minha neném bravinha, eu te ajudo ta bom?

Me levantei e segui direto pra um dos quartos, e nem olhei pra Luan, estava um pouco brava ainda com ele, e ele veio atrás trazendo minhas malas.

-Por onde nois começa amor?-ele perguntou já abrindo minha mala
-Pra quem não queria ajudar, você ta fazendo muito não acha?
-Deixa de chatices amor, eu tava brincando-ele me abraçou por trás e deu um beijo em minha nuca-perdoa eu?

Me virei de frente pra ele e o olhava com cara de brava, enquanto ele me olhava com aquela cara de menino sapeca.

-Ta bom bebê-disse sorrindo pra ele-só dessa vez
-Eu te amo demais-me deu um selinho-agora vamos arrumar esses trem logo
-Demorou né Luan

E assim eu e ele começamos a colocar minhas roupas, meus acessórios, sapatos, e tudo mais no closet, Luan como não nega ser safado, quis arrumar minhas lingeries, e fazia graça toda hora com elas.

-Amor eu ainda não vi cê usando nenhuma dessas-disse ele segurando um tando delas na mão

-Luan sera que da pra deixar em paz minhas lingeries? eu ainda tenho que terminar de arrumar meus sapatos
-Eu só to olhando elas amor, a proxima que cê vai usar é essa vermeia-dizia já me lançando aquele olhar pervertido
-Me da isso logo-tirei as peças da mão dele e ele fez bico-se gosta tanto de sutiã eu te empresto um amiga-disse rindo da cara dele
-Amiga, vou te mostrar a amiga-disse fingindo desabotoar o cinto
-Agora é stripper tambem?-comecei a rir dele
-Haha, muito engraçadinha você-disse ele virando as costas e indo pegar o resto das minhas lingeries

Arrumamos tudo, e já eram 18:25 hrs, olhei assustada para o relógio, e já fui correndo atrás da minha chave do carro, enquanto o folgado do Luan estava jogado na minha cama.

-Amor, já tenho que ir buscar meu pai no aeroporto, vai ficar aqui?
-Quer que eu fique?
-Você quem sabe, mas tenho que ir logo, já to atrasada

Fui ate ele o dei um selinho rapido e já sai correndo pra pegar o elevador, peguei meu carro, e finalmente segui pro aeroporto, cheguei lá eram 18:42 hrs, e logo já avistei o homem que mais amo na vida, meu pai.

-Pai-disse indo o abraçar
-Oi minha princesa-disse me abraçando apertado
-Que saudade-disse o apertando tambem
-Tambem morri de saudades de você-disse beijando minha testa
-De mim ninguem tem saudade é?-disse Gustavo vindo com uma latinha de coca zero na mão 
-Senti saudades de você tambem maninho-o abracei-pensei que só viria o senhor-disse ao meu pai
-E tem como eu vim sozinho? esse dai é só falar em vim pra Londrina que ele já ta no avião-eu e meu pai rimos
-Mas é claro, porque eu só fico naquela casa porque o senhor ta lá papi, e agora acho que vou fazer uma mudancinha aqui pra Londrina
-E vai deixar sua mãe e seu irmão sozinhos em São Paulo Gustavo?-meu pai o perguntou
-Os dois se entendem bem, e eu prefiro ficar aqui com a minha maninha linda, do que com a chata da minha mãe e o sem graça do Gabriel
-Por mim tudo bem Gustavo, você faz o que quiser-meu pai disse dando de ombros
-Falando em mudança, acho que eu preciso te dizer uma coisa tambem pai
-O que Bia?
-É que eu meio que briguei com a minha mãe, e decidi morar no seu apartamento, tudo bem pai?
-Claro que sim filha, afinal eu sempre disse que você poderia se mudar pra lá
-Então vou morar com minha irmã, ta decidido e ponto-disse Gustavo todo animado
-Só espero que vocês dois tenham juízo-disse meu pai nos dando um abraço coletivo e assim seguimos para o meu carro

Durante o caminho, Gustavo claro cheio de fofocas para contar e eu e meu pai só riamos do tando que ele sabia da vida alheia, não demoramos chegar no apê, e assim que entramos um certo Luan folgado Santana, estava deitado no sofá da sala mexendo no celular.

Meu pai piscou pra mim, e foi em direção do Luan com cara de bravo, o Luan se tocou que já haviamos chegado e se sentou direito no sofá.

-Alguem pode me explicar, o que um desconhecido faz no meu apartamento, deitado no meu sofá?-meu pai disse de um jeito bravo que eu nunca vi e encarando o Luan, mas eu sabia que era encenação

Luan se levantou do sofá na hora e fez uma cara de espanto.

-É... desculpa senhor Enzo, eu tava... é... esperando cês chegar-disse Luan com a maior cara de medo-é... prazer em vê-lo-Luan estendeu a mão toda tremula para o meu pai que o encarava e deixou Luan no vacuo
-Poderia esperar do lado de fora rapaz, desde quando eu autorizei você entrar no meu apartamento? e ainda por cima ficar aqui como se fosse o dono?-dizia meu pai ainda mantendo o tom de bravo, e pelo que eu o conhecia logo ele iria começar a rir, pois ele já não olhava mas fixamente para o Luan
-É... desculpa mesmo senhor, eu... eu...-Luan passava a mão pelo cabelo todo nervoso, tava gaguejando e mal sabia o que dizer, tadinho estava com a maior cara de medo e ficando branco que nem papel

Meu pai não aguentou ver a cara de medo do Luan e começou a rir, eu e meu irmão tambem rimos, e Luan ficou que nem um bobo sem entender nada, fui ate meu namorado que estava branco que nem papel e o abracei ainda rindo.

-Que cara medroso que você foi arrumar em Bia-disse meu pai dando altas gargalhadas
-Tadinho pai, ele achou que o senhor não era bravo, e ficou com o maior medo vendo você falar desse jeito com ele-disse tentando parar de rir e apertando Luan no meu abraço
-Depois de hoje, não acredito que o Luanzinho seja tão corajoso-disse Guga rindo alto tambem
-Tadinho gente, para de rir dele-disse beijando o rosto de Luan que ainda tentava se recuperar da pequena brincadeira
-Ai ai, nunca pensei que alguem teria medo de mim-disse meu pai controlando o riso e se aproximando de mim e Luan-fica tranquilo cara, não sou tão bravo assim-disse colocando uma das mãos no ombro de Luan que ainda o olhava com um pouco de medo e receio
-Lu meu pai é de boa, agora desfaz essa carinha de espanto-o dei um beijo no queixo e me desgrudei dele
-Agora é serio Luan, eu sei que você ta de olho na minha filha, e acho que preciso saber se suas intenções são realmente serias com ela-disse meu pai cruzando os braços e olhando para Luan, só que não estava com a mesma postura de bravo
-Nossa-Luan disse surpreso-é... eu quero namorar a Ana Beatriz senhor Enzo, e claro se o senhor permitir, eu quero a fazer a mulher mais feliz do mundo, e eu amo ela de verdade-disse Luan já mais calmo e sorrindo de canto olhando pra mim
-Bia, minha filha-meu pai me olhou-você tem certeza que quer namorar esse medroso?-disse meu pai olhando com cara de riso pra mim
-Fazer o que pai, eu amo esse medroso-disse rindo de canto
-Bom, já que vocês se gostam, eu apoio totalmente vocês dois, mas se não quiser me ver bravo de verdade senhor Luan Santana, trate de fazer minha princesa feliz-disse meu pai me abraçando pela cintura e me dando um beijo na testa
-Pode deixar senhor Enzo, a Bia vai ser a mulher mais feliz do mundo, dependendo de mim-disse Luan me lançando um de seus melhores olhares apaixonados
-Então, bem vindo a familia, meu genro-disse meu pai estendendo a mão para Luan, que a apertou ainda um pouco receoso-e me chame só de Enzo
-Ok, sen... Enzo-Luan disse sorrindo amarelo
-Que lindo tudo isso, agora sim você é oficialmente meu cunhado-disse Gustavo-e que tal começar bem com seu cunhado lindo, me apresentando uns amigos-disse todo animado
-Não é querendo te desanimar cara, mas meus amigos, ate que eu saiba não curte as mesmas coisas que o cê-disse Luan rindo de canto
-Caro cunhadinho, depois de uns copos a mais de tequila, whisky, todo mundo é pardo, todo mundo se entende
-Gustavo você só vai encontrar o que você procura em uma boate gay, lá tem do que você gosta de sobra-disse meu pai
-Eu sei papi, mas é sempre bom, uns petiscos novos-disse Guga rindo malicioso
-Credo Guga, que jeito é esse de falar?-disse o olhando brava
-Sorry maninha, não ta mais aqui quem falou-disse Guga indo em direção a cozinha e me mandando um beijo com a mão
-Esse dai não tem mais jeito, tanta mulher nesse mundo e ele vai gostar logo de outra coisa-disse meu pai indignado
-Fazer o que desde sempre ele foi assim pai
-Eu sei minha filha, o jeito é eu me conformar-ele sorriu amarelo-mas então vou arrumar minhas coisas no meu quarto , e vou deixar vocês dois namorarem um pouquinho-meu pai me deu um beijo na testa e deu um tapinha nas costas do Luan, e seguiu pro seu quarto
-Ta melhor bebê?-perguntei rindo de canto e o abraçando pelo pescoço
-To-ele riu-que susto que eu levei rapaiz, achei que seu pai ia me capar a sangue frio, nunca fiquei com tanto medo na vida
-Bobo-o dei um selinho-meu pai sabia que a gente tava junto, ele só quis te colocar um pouquinho de medo, mas ele é liberal e só quer ver minha felicidade
-E eu tambem só quero ver sua felicidade-me selou-te amo minha neném
-Te amo meu bebê-o dei um beijo rapido e nos sentamos juntinhos no sofá

Meu pai e Gustavo logo apareceram e ficamos conversando, meu pai claro falando sobre a empresa, e todo preocupado em ter que deixar tudo pra ir para a Alemanha, Guga estava super empolgado com a ideia de morar comigo ali no apartamento, e Luan falava sobre seus shows para o meu pai, que todo curioso queria saber da careira e da rotina do genro. Nem vimos a hora passar e quando nos demos conta já eram 20:00 hrs da noite.

-Nossa já ta tarde, preciso ir em casa ficar um pouco com os meus véios amor-disse Luan olhando a hora em seu celular
-Tudo bem amor, você já ficou o dia todo comigo, precisa ficar com sua familia um pouco tambem, se não eles vão achar que roubei o filho deles
-Mas de certa forma, cê me roubou, e roubou meu coração-disse Luan me dando um selinho
-Como esses dois são lindos, são tão romanticos-disse Gustavo que estava sentado ao lado do meu pai no outro sofá-nem parecem que transam-disse rindo de canto
-Guga-o olhei brava e Luan riu escondendo o rosto entre meu pescoço
-Falei alguma mentira maninha? não é porque nosso pai ta do meu lado, que eu tenho que fingir que acredito que você é virgem
-Gustavo-o olhei mais seria e meu pai que estava do seu lado não falava nada
-Somos uma familia moderna Bia, e transar é uma coisa normal, eu sei que sua primeira vez foi...
-Acho que já deu né Gustavo?-disse o tacando uma almofada e o viado riu
-Bom acho melhor eu ir logo amor, quero jantar com minha familia-disse Luan para desviar do assunto
-Ta, te acompanho ate a porta

Eu e Luan nos levantamos, e ele todo gentil foi cumprimentar meu pai, que se levantou e apertou a mão dele, dando aquele tipico tapinha nas costas entre homens no final, e meu pai me deixou sem graça com o comentario que fez.

-Olha cara, eu sei que você transa com a minha filha, e concordo que seja a coisa mais natural do mundo, não sou um cara antigo que mataria um se soubesse o que ele pratica com a filha entre quatro paredes, só aviso uma coisa, usem camisinha, porque estou novo demais pra ser avô-disse meu pai dando um risinho no final e eu e Luan nos encaramos totalmente envergonhados
-Ta-Luan disse rindo de canto-camisinha sempre-ele riu
-Não disse que somos uma familia super moderna?-disse Gustavo se levantando e vindo dar um abraço em Luan-ouviu meu papi cunhadinho, nada de fabricar bebês por enquanto, só praticar-eu já estava com minha cara no chão, meu pai e meu irmão falando da minha vida sexual com meu namorado como se fosse algo que os interessassem 
-É... amor, vem-disse puchando Luan e mal olhei pro meu pai e meu irmão

Fui com Luan ate o rumo do elevador e ali teria que me despedir dele, era dolorido sempre que nos despediamos, mas eu sabia que dessa vez não demoraria para vê-lo igual nas vezes que ele viaja pra fazer shows, pois ele estava de folga e amanha mesmo o teria ali comigo.

-Preciso ir minha neném-disse alisando meu rosto todo fofo
-Já to com saudades-disse fazendo bico
-Tambem já to com saudades-disse mordendo meu bico
-Te amo bebê, se cuida viu, e amanha a gente combina que horas vamos nos ver
-Pode ser de noite, porque você pode passar o dia com seu pai, e eu com a minha familia, e de noite a gente fica juntinhos-ele sussurrou me abraçando-te amo demais loirinha-me apertou no abraço
-Eu que amo mais chatinho-disse desfazendo nosso abraço
-Então ate amanha nenénzinha
-Ate amanha bebê-o dei um selinho
-Tchau-ele me selou-se cuida-selinho-depois te ligo
-Ta, tchau amor-disse alisando seu rosto
-Faz isso comigo não muié, desse jeito eu não vou embora-disse colocando suas mãos sobre as minhas
-Quem disse que eu quero que você vai?-disse o abraçando pelo pescoço
-Eu queria dormir com o cê amorzinho, mas o sogrão ta ai, e eu tenho que te deixar um pouquinho com ele, pra eu ganhar confiança dele ué
-Pra quem morreu de medo do meu pai hoje-disse rindo ao meu lembrar da cena
-Poxa amor, não zoa não, eu pensei que tinha chegado minha hora-disse ele rindo por fim
-Sua hora vai demorar chegar bebê
-Tomara que sim-ele riu de canto-mas acho que se nois num usar camisinha ela vem um pouco mais rapido-Luan disse rindo
-Seu besta-o dei um tapa no braço-não sei porque meu pai foi falar disso com você, acho que somos bem grandinhos pra saber nos previnir nas nossas relações né
-Pois é, mas foi engraçado ver seu pai falando isso, eu tenho total aprovação do meu sogro pra transar com você-disse ele todo safado mordendo meu pescoço e meu celular que estava no bolço de traz do meu short vibrou com uma mensagem
-Mensagem?-Luan perguntou assim que peguei meu celular pra ver o que era e apenas assenti

Era uma mensagem do Gustavo, e com certeza coisa boa num era, "Mana o seu bofe ainda não foi embora, ou vcs decidiram fazer uma rapidinha no elevador? o papi quer jantar fora, vem pra cá logo minha loira, não se esqueça das recomendações dele, usem camisinha, bjoos ;)", Luan todo curioso leu a mensagem tambem e riu dos pensamentos do meu irmão sobre nos dois.

-Minha familia não é normal-disse revirando os olhos-preciso entrar amor, se não daqui a pouco o curioso aparece aqui pra ver o que estamos fazendo
-Esse seu irmão é uma figura-disse Luan rindo
-Pois é, e eu que tenho que aturar
-Então vem cá amorzinho, quero só mais um beijo de despedida, pra mim ir embora com seu gostinho
-Ta bom amorzinho

Segurei o rosto do meu anjo e logo engatamos um beijo doce e cheio de paixão.

-Agora tchau-ele me selou-te amo
-Te amo tambem-disse sorrindo

Luan entrou no elevador e me mandou um beijo com a mão e eu o mandei outro, assim que a porta do elevador se fechou eu voltei pro apê, e claro Gustavo cheio de gracinhas dizendo que nossa rapidinha foi demorada, o mostrei o dedo do meio, e meu pai só riu, deixei os dois na sala e segui pro meu quarto, precisava de um belo banho.

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Olá amores, ta ai mais um capitulo, espero que gostem, nesse não fiz muito suspense, mas logo volto com o drama hehe, comentem ai amores, espero que gostem, bjooos








quinta-feira, 14 de agosto de 2014

38ºCapitulo

Narrador on.

Enquanto Clarissa chorava no colo de sua mãe em seu quarto, Luan tentava consolar Bia ainda na cozinha.

-Meu amor, não fica assim, independente de sua mãe aceitar ou não, eu nunca vou deixar de amar você-dizia Luan todo carinhoso alisando o rosto de Bia
-Eu tambem nunca vou deixar de te amar Luan-disse Bia o puchando para um abraço-ninguem nunca vai mudar o que sinto por você-ela sussurrou no ouvido dele
-Te amo muito minha pequena, te amo muito-Luan a apertava com força no abraço e queria tirar toda a dor que ela estava sentindo
-Lu, eu já decidi-disse Bia desfazendo o abraço e o olhando-vem comigo amor, preciso de ajuda pra isso
-Ajuda pra que amor?-Luan perguntou sem entender
-Só vem comigo

Bia arrastou Luan ate seu quarto, e ate o momento Luan não entendia nada, ela então aponta pra uma mala grande em cima do guarda roupas, que certamente ela não alcançaria.

-Amor, pega aquela mala pra mim
-O que cê vai fazer amor?-Luan a perguntou tentando entender
-Vou morar no apartamento do meu pai, entendeu?
-Entendi, mas porque isso amor?
-Porque eu já não aguento mais minha mãe, e já que ela não apoia nem meu namoro, não quero viver debaixo do mesmo teto que ela, então pega a mala pra mim fazendo um favor

Luan não a questionou mais, pois sabia que por um lado Bia queria sua liberdade e que se continuasse morando com sua mãe poderia acontecer algo pior entre as duas, então foi logo pegando a mala e colocando em cima da cama de Bia.
Enquanto isso, Clarissa ainda tentava colocar a cabeça no lugar, e sua mãe que a consolava, não questionou nada, mas Clarissa tinha que contar sobre suas duvidas para alguem, e ninguem melhor do que sua mãe para ela dizer tudo isso.

-Mãe-disse Clarissa enxugando algumas lágrimas-é ele mãe
-Ele quem minha filha?-dona Marina não sabia de quem Clarissa falava
-Meu filho, ele é meu filho mãe, meu menino que eu sempre procurei
-Ele quem? quem é seu filho Clarissa?-dona Marina se confundia mais
-O Luan-ela disse por fim-eu tenho certeza que é ele, tudo faz sentido mãe, ele tem 22 anos, nasceu em Campo Grande, e ele é exatamente como imaginei que seria meu filho-disse Clarissa mais uma vez se derramando em lágrimas
-Meu Deus-exclamou dona Marina colocando as mãos na boca-Clarissa como você pode achar que esse menino é seu filho?
-Todas as evidencias me dizem isso mãe, e meu coração de mãe acelerou quando vi ele, e o pior, que ultimamente eu venho sonhando que eu reencontrei meu filho, só que eu nunca vi seu rosto nos sonhos, e foi eu colocar os olhos sobre o Luan, que tudo se clareou na minha mente, e foi como se o destino quisesse coloca-lo na minha vida finalmente, depois de eu tanto o procurar
-Isso é muito serio Clarissa-disse dona Marina toda pensativa-talvez você esteja confundindo as coisas filha, talvez essas pequenas coincidências te confundiram a tal ponto de achar que ele é seu filho, pense melhor Clarissa, talvez você esteja cometendo um grande engano
-Mas mãe eu sinto que é ele-dizia Clarissa tentando argumentar de todas as formas
-Filha-disse dona Marina segurando suas mãos e a olhando nos olhos-você esta querendo o colocar como seu filho, e sabe que se por acaso isso fosse verdade quem mais iria sofrer seriam ele e a Aninha, pois os dois estão completamente apaixonados um pelo outro, e o destino não seria tão cruel a ponto de fazer duas pessoas supostamente irmãos, se apaixonarem um pelo outro, pense melhor Clarissa, e vai ver que tenho razão
-Não sei mais o que pensar mãe-disse Clarissa suspirando fundo-eu queria muito que ele fosse meu filho, pra mim finalmente por um fim nessa minha busca, mas parece que tudo conspira contra mim, principalmente o destino
-Vou buscar um calmante pra você Clarissa, você precisa descansar e parar de pensar em coisas absurdas

Clarissa apenas assentiu o que a mãe disse e se deitou na cama, se aprofundando mais ainda em seu choro, dona Marina saiu daquele quarto suspirando fundo, e pedindo a Deus, para que isso tudo não passasse de uma confusão de sua filha, pois ela amava a filha, e amava a neta, e saberia que as duas sofreriam se isso tudo fosse verdade. Marina pegou um calmante para a filha e um copo com água na cozinha, e quando iria subir as escadas rumo ao quarto de Clarissa seu marido a chama.

-Marina o que esta acontecendo?-perguntou senhor Getulio abaixando o volume da TV
-Nada demais meu velho
-Como nada demais, primeiro aparece um sujeito que nunca vi na vida com a Ana Beatriz, eles somem na cozinha, junto com você e a Clarissa, depois ela passa feito doida por aqui chorando, você vai atrás dela, e minutos depois, a Ana Beatriz aparece levando aquele cara para o quarto dela, e tambem com uma cara de choro, e agora você vem me dizer que não é nada demais?-ele perguntou erguendo uma sobrancelha
-Getulio te juro que outra hora te explico meu velho, mas agora preciso levar esse calmante para a Clarissa
-E como sempre vou ficar sem saber de nada não é Marina?
-Espera eu descer que já te conto Getulio, além de ser velho é apressado, meu Deus-disse dona Marina enfim indo pro quarto da filha

Ela entregou o clamante a Clarissa, e logo depois desceu para conversar com Getulio, e como ela tinha medo que Bia pudesse ouvir, os dois seguiram para o jardim para conversarem. 
No quarto de Bia, ela colocava o maximo de roupas que podia dentro da mala, e Luan só olhava tudo, as vezes fuçava nas roupas de Bia, e reclamava quando via algo muito curto, e ela dava de ombros com ele e seus comentarios. Enquanto ela pegava as coisas que ela mais usava Luan dava uma olhada pelo quarto dela, e acabou achando um album de fotos.

-Amor, posso ver?-disse a mostrando o album
-Pode sim bebê-ela assentiu sorrindo de canto

Luan todo curioso, se sentou na cama dela e começou a olhar as fotos, eram desde Bia quando era bebê, e ate algumas com ela adolescente, e Luan ficava olhando todo bobo as fotos da sua amada.












-Linda desde sempre-disse Luan a olhando arrumar a mala e olhando as fotos dela
-Obrigada amor, mas saiba que tambem quero ver suas fotos quando era criança, já que você ta vendo as minhas
-Pode ver amorzinho, ai cê vai ver que eu sempre fui lindo-dizia Luan se gabando
-E convencido né-os dois riram

Luan continuou olhando as fotos e Bia foi no seu banheiro pegar algumas coisas, quando seu celular começa a tocar, Luan todo curioso já foi pegando e vendo quem era, e o nome na tela era "pai".

-Lu quem ta me ligando?-Bia gritou perguntando do banheiro
-É o sogrão amor

Ela foi correndo atender o celular e Luan só prestava atenção na conversa.

Ligação on.
-Alô, pai?
-Oi princesa, tudo bem?
-Tudo sim pai, e você?
-Vou indo, mas to bem sim filha-ele respondeu rindo de canto
-Aconteceu algo pai?
-Bom, como eu já deixei tempo demais passar, viajo daqui três dias para a Alemanha, preciso começar logo meu tratamento
-Serio que vai embora justo agora pai?-Bia o perguntou já sentindo seus olhos marejar
-É preciso eu ir pra lá minha filha, era pra mim ter ido a mais de um mês, mas acabei me enrolando e agora tenho que ir logo
-Mas você esta passando mal, ou algo do tipo?
-Bom, sinto algumas tonturas de vez em quando e estou com a imunidade baixa-ele disse suspirando
-Pai porque você só vem me dizer isso agora?-ela perguntou brava e ao mesmo tempo preocupada
-Eu não queria te preocupar Bia, fiquei sabendo que você estava tão feliz, namorando e...
-Isso não justifica pai-Bia já chorava-sera que você não entende que você é a pessoa mais importante do mundo pra mim?
-Bia-Enzo respirou fundo-você sabe que eu não vou durar para sempre, e que você tambem é a pessoa mais importante pra mim, eu te amo minha filha, e tudo o que faço é pensando em você e em seus irmãos
-Mas pai, se tudo o que você faz é pensando na gente, porque não começou essa porcaria de tratamento logo quando descobriu esse vírus infernal?-Bia já chorava e dizia tudo descontroladamente
-Minha filha eu...
-Pai, eu te amo, e se você for embora eu não sei o que vai ser de mim sem você, já nos vemos muito pouco e agora então...
-Bia, tente me entender-dizia Enzo já segurando para não chorar
-Tudo bem pai-ela respirou fundo-me desculpe ta, eu só não queria ficar longe de você, mas sei que esse tratamento é preciso, pois quero te ver bem e te ter por muitos anos ainda comigo
-Te entendo filha-ele sorriu de canto-e por isso mesmo, vou passar o fim de semana ai em Londrina com você
-Serio?-Bia disse toda animada
-Sim princesa, daqui a pouco embarco pra te ver, e antes que eu me esqueça, queria saber se finalmente um certo Luan Santana vai ter coragem de pedir minha filha em namoro sabe-Enzo disse brincalhão
-Acho que ele ta com um pouco de medo disso-disse Bia olhando para Luan que prestava atenção na conversa-mas não custa nada né?
-Com certeza não-Enzo riu-então meu amor, devo chegar por volta das 18:30 hrs
-Ok pai, vou te buscar no aeroporto senhor Enzo
-Tudo bem minha filha, então ate mais, mil beijos
-Ate mais, beijos
Ligação off.

Bia desligou o celular e Luan a olhava sem entender suas reações durante a conversa, pois ela chorou, riu e agora estava com um humor indecifravel.

-Ta tudo bem amor?-perguntou Luan
-Ta sim-disse Bia indo se sentar no colo dele-meu pai esta vindo pra cá, passar o fim de semana comigo-ela sorriu de canto
-Pensei que você ia passar o fim de semana com seu namorado lindo-disse Luan fazendo bico
-Mas só porque vou passar esses dias com meu pai, não quer dizer que vou te deixar de lado bebê-disse ela o dando um selinho
-Eu sei, mas pensei que ia ser só nois dois-disse Luan cheirando o pescoço dela e o mordendo logo em seguida
-Nada de safadezas amorzinho, esqueceu que to naqueles dias?
-Verdade cara-Luan fez careta-poxa, porque cê tem que menstruar no dia que seu namorado ta de folga e doido de saudade do cê?
-Eu não podia prever isso né bebê, mas pelo menos a gente matou um pouquinho da saudade ontem-disse ela sussurrando no ouvido dele, e logo em seguida mordendo de leve sua orelha
-Sacanagem isso amorzinho, eu to cheio de saudades, e o cê ainda provoca?
-Desculpa bebê-ela o deu um selinho e se levantou do colo dele-bom acho que já peguei bastante coisa, e qualquer coisa eu venho nos dias que minha mãe trabalha e pego o resto das minhas coisas
-Tem certeza do que ta fazendo amor?
-Tenho sim amor, já passou da hora, de mim ser mais independente, e dona Clarissa gostando ou não, vou morar sozinha, e fazer o que eu bem entender da minha vida
-Vendo cê falar assim, parece uma adolescente rebelde e revoltada
-Você que pensa amorzinho, e não queira me ver revoltada
-Vixi, o pior que eu já vi-Luan riu
-Melhor ficar quieto Luan, não to nos meus melhores dias, briguei com minha mãe, meu pai vai ter que viajar pra outro país, e se começar com graça...-ela o olhou seria
-Credo, cê é bipolar amor, uma hora ri, outra hora chora, outra fica brava, esse negócio de TPM deixa as muié bipolar e nois homi que sofre
-Se sabe disso então fica na sua, e por favor me ajuda com minhas malas, quero sair dessa casa logo

Luan apenas assentiu, e ajudou Bia a levar as coisas ate o carro e colocar no porta malas. Tudo arrumado dentro do carro, e enfim Bia poderia ir embora dali, mas não sem antes dar um belo abraço em seus avós, e como não os viu dentro de casa já imaginou que eles estivessem no jardim, seguiu ate lá e os viu sentados lado a lado conversando.

-O que meus velhinhos tanto conversam?-Bia perguntou rindo de canto
-Coisas da vida Aninha-respondeu dona Marina
-Entendo, mas agora preciso ir, tomei uma decisão muito seria, daqui pra frente vou morar no apartamento do meu pai
-Tem certeza disso Aninha?-sua avó perguntou um tanto quanto preocupada
-Tenho sim vó, não aguento mais minha mãe, e depois de hoje, acho que é o melhor pra mim
-E acha que vai conseguir se virar sozinha Ana Beatriz?-perguntou senhor Getulio
-Vô, eu conseguindo ou não, minha decisão já esta tomada
-Só acho que isso tudo é culpa da Clarissa, que não soube nem educar direito a propria filha, e que agora acha que já pode se virar sozinha, você ainda tem muito o que aprender Ana Beatriz, muito-disse seu avô a encarando serio
-Vô eu já sei caminhar com as minhas proprias pernas, e minha mãe tem sim uma grande parcela de culpa sobre minha decisão, mas tudo bem, eu vim aqui só pra avisar vocês e me despedir
-Mas já vai embora agora Aninha? sem nem falar com sua mãe?-disse sua avó se levantando 
-Vó, não estou num clima bom com ela, então a avise que eu não moro mais nessa casa
-Minha neta, pense bem, sua mãe te ama muito e...
-Eu já estou decidida vó-disse Bia indo a abraçar-fique bem vó, eu juro que sempre que puder eu venho ver a senhora e o meu vô
-Vem sim Aninha, mas ainda acho que você esta se precipitando
-Eu acho o contrario, acho que demorei demais para tomar essa decisão-disse Bia dando um beijo no rosto de sua avó-bom vô, eu vou indo, sera que nem um abraço o senhor vai me dar?-ela perguntou parada na frente dele com as mãos na cintura
-Mesmo eu não apoiando essa tolice, eu aceito esse abraço-e do jeito duro dele, Getulio abraçou a neta
-Bom, agora preciso ir, Luan ta me esperando no carro tadinho
-Vou com você ate a garagem Aninha
-Ok vovó

Dona Marina seguiu com a neta ate a garagem, e mais uma vez a deu um forte abraço e mesmo achando que o que Bia fazia não era certo, a deu sua benção, e tambem se despediu de Luan, pedindo pra que ele cuidasse bem de sua neta. Logo os dois sairam dali e durante o caminho mal conversavam, Bia que dirigia ate o condominio só suspirava fundo, e Luan achou melhor não puchar assunto e a deixar pensar um pouco sobre tudo o que estava acontecendo, ate que enfim chegaram ao condominio e seguiram direto para o apartamento, onde Bia ainda teria de botar ordem em suas coisas todas ali, pois a partir de agora tudo muda na vida dela.

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Olá amores, ta ai mais um capitulo, ficou super pequeno né? mas eu to um pouco sem ideia esses dias, semana de provas ta tenso, principalmente de fisica, por mim essa materia nem deveria existir, mas ok, prometo caprichar no proximo capitulo amores, espero que tenham gostado, e as fotos do capitulo peguei na net e por isso não é da mesma pessoa, mas imginem que seja, comentem ai, bjoooos

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

37ºCapitulo

Eu estava tremendo todo, e na hora que cai em si que já estava na sala da casa da Bia, um velho com uma cara nada boa me olhava, ele estava sentado ali no sofá, e ela foi ate ele lhe dar um beijo.

-Vô, esse é o Luan-ela apontou pra mim e o senhor me encarou-e Luan esse é meu avô Getulio
-Tudo bem com o senhor?-disse estendendo minha mão tremula a ele, que me encarou por mais uns segundos e enfim pegou minha mão
-Vou levando-disse sem esboçar nenhum humor-mas quem é esse sujeito Ana Beatriz?-ele perguntava a olhando sério e mal olhava pra mim
-Logo o senhor descobre vô-ela disse rindo e me puchando pra não sei aonde-vem amor, minha mãe e minha vó devem estar na cozinha

Seguimos para a cozinha e de novo eu estava tremendo todo, uma senhora olhava algo no forno, e uma mulher jovem até estava sentada em uma cadeira, conversando com a senhora.

-Mãe, vó, chegamos-Bia disse toda sorridente e a senhora com um belo sorriso se aproximou de nós, enquanto a que era a mãe dela, só se virou e nos olhou, não consegui ver direito sua reação, pois logo a senhora estava me abraçando
-Que belo rapaz é este Aninha-disse sua avó toda sorridente
-Esse é o Luan vó, e Luan essa é minha avó Marina, linda ela né-disse Bia dando um abraço na avó
-Não sou mais jovem para ser linda Aninha, linda é você-disse dona Marina a dando um beijo no rosto
-Mãe-Bia a chamou e ela permaneceu do mesmo jeito com os olhos vidrados em mim-mãe, vem aqui cumprimentar o Luan

Logo a mãe dela se levantou e veio ate nós, e ela me encarava de um jeito estranho e isso me assustou um pouco.

-Mãe, esse é o Luan, e Luan essa é Clarissa minha mãe-dizia toda feliz nos apresentando
-Muito prazer em conhece-la, dona Clarissa-disse estendendo minha mão que tremia mais que tudo, ela olhou pra minha mão e rapidamente a pegou, confesso que senti algo estranho enquanto ela me olhava e apertava minha mão, e fui pego de surpresa com ela me dando um abraço, um tanto que apertado
-Muito prazer Luan-ela disse toda sorridente-você é muito lindo, se parece tanto...
-Mãe-Bia a interrompeu-antes que você comece, que parece que já viu ele em algum lugar, e coisa e talz, ele é o Luan Santana, se isso responde sua pergunta
-Nossa-ela fez uma cara meio que de surpresa-era exatamente isso que iria falar-ela sorriu amarelo
-Pois é-Bia riu de canto-mas bem, eu e o Lu estamos com fome vó
-Já imaginava isso-disse dona Marina toda sorridente-por isso mesmo fiz macarrão de forno, e esta quentinho Aninha, você come comidas desse tipo rapaz?-ela perguntou se dirigindo a mim
-Claro que sim, eu não tenho nenhuma frescura não-disse sorrindo de canto
-Então podem se servir-disse ela tirando uma forma do forno e a colocando sobre a mesa
-Hum o cheiro ta ótimo vó-disse Bia olhando o macarrão
-Então pegue os pratos Bia, para servir você e seu amigo-disse sua mãe

Confesso que fui ate que bem tratado pela dona Clarissa, que a todo momento sorria pra mim, e me olhava de um jeito, digamos que maternal, e por isso me senti a vontade ali, pelo menos ela pareceu gostar de mim, e isso era ótimo, o primeiro passo já foi dado, agora teria que conversar com ela, a respeito do meu namoro com Bia, e Clarissa não pareceu ser tão chata ou mãe possessiva como Bia dizia, ela estava me tratando melhor do que a propria filha, e eu estava amando conquistar minha sogra, que ate o momento achava que eu e Bia eramos apenas amigos. Almoçamos em um clima agradavel, e a comida de dona Marina era ótima, Bia sorria a todo momento, e sua mãe e sua avó estavam me fazendo sentir em casa, e sua mãe me perguntava algumas coisas, só o seu avô que nem na cozinha apareceu, mas assim que terminamos de comer, essa era a hora, tinha que levar um papo com a sogra.

-Não quer comer mais Luan?-Clarissa me perguntou
-Não, obrigado, já to cheio demais rapaiz, sua comida é ótima dona Marina
-Que bom que gostou, da proxima vez que vier aqui me fale seu prato favorito, que farei com muito gosto-disse ela retirando os pratos da mesa

Ficamos um tempo em silencio, e Bia que estava sentada ao meu lado segurou minha mão por baixo da mesa, e sorriu de canto, senti isso como um incentivo para puchar conversa com sua mãe.

-É... dona Clarissa, preciso conversar com a senhora-disse voltando a ficar tenso e Bia segurou minha mão firme embaixo da mesa
-Pois diga então Luan, só que me chame de Clarissa, não sou tão velha assim-disse sorrindo
-Claro que não, cê é nova e bonitona ainda-disse rindo de canto e prossegui-então do... Clarissa, eu e a Bia, já nos conhecemos a um bom tempo e de lá pra cá surgiu uma amizade enorme entre a gente...-ela me olhou um pouco mais seria-e sabe ela é uma moça linda, simpatica, de familia, e entende meu trabalho, e por isso veio surgindo um sentimento entre a gente e...
-Luan, vá direto ao ponto-disse Clarissa me olhando séria e eu não sabia se continuava
-Ta-respirei fundo-é que... é que eu, queria... pedir a Bia em namoro-disse por fim e me aliviei um pouco, o que tinha que ser dito foi dito
-O que?-ela perguntou se levantando da mesa-a Ana Beatriz é muito nova pra isso e...
-Mãe-disse Bia se levantando-eu não sou mais um bebê, tenho 20 anos você querendo ou não, e se você não quiser aceitar meu namoro com o Luan tudo bem, quem tem que decidir meu namorado sou eu não você
-Ana Beatriz, abaixa seu tom de voz comigo, eu sou sua mãe, e eu sei o que é o melhor pra você, e já que querem tanto saber, minha resposta é não, não aceito esse namoro-disse Clarissa já chorando e saindo dali
-Minha mãe acha que eu vou viver pra sempre debaixo da asa dela, mas ela ta muito enganada-disse Bia tentando esconder as lágrimas e sua avó foi a abraçar
-Não fique assim Aninha, depois vou conversar com sua mãe, e tudo vai se resolver
-Não vai não vó, sempre vai ser assim, minha mãe na mesma hora que é a pessoa mais agradavel do mundo, se transforma na mais desagradavel, e o pior que quem sempre sofre com as atitudes dela sou eu-dizia Bia já chorando no colo de sua avó

Eu permaneci sentado na cadeira, olhando ela chorar nos braços da avó, e não sabia o que fazer, nem como reagir, pensei que dona Clarissa iria aceitar de boa nosso namoro, mas foi eu começar a falar que sua expressão mudou, e agora eu entendia o porque de Bia dizer que sua mãe sempre a protegeu demais, talvez nem fosse o medo de perder a filha, pois eu nunca seria capaz de afastar ela da mãe, mas acho que isso já era loucura, e obsessão, pois mesmo a Bia sendo maior de idade, ela queria interferir em suas escolhas, e o não de Clarissa perturbava minha mente, mas como era Bia quem decidia se me queria ou não, decidi ficar na minha e não dizer mais nada ali. Dona Marina conversava baixinho com Bia, e depois de um tempo veio ate mim e me fez levantar.

-Olha rapaz, não coloque as coisas que a Clarissa fala ou faz na cabeça, se minha Aninha te ama, e se você ama ela, só te peço que faça ela feliz, e cuide bem dela, vocês dois tem minha benção e minha permissão para namorarem-dona Marina me deu um beijo no rosto e saiu dali

Bia me olhava com os olhinhos vermelhos, e enxugando as ultimas lágrimas que caiam, me levantei e fui ate ela a abraçando e a confortando em meus braços, e estava decidido, que daqui em diante nada nem ninguem nos separariam, e eu ia lutar com todas as forças para fazer Bia feliz, e provar que eu a amo mais e mais a cada dia, pois ela não merecia sofrer.


Clarissa narrando.

Eu tinha acordado com um pressentimento estranho essa manhã, sonhei que reencontrei meu filho, mas o rosto dele não pude ver no sonho, acordei me sentindo estranha mas feliz, hoje era quinta e por ter trabalhado ontem o dia todo, hoje seria minha folga, e eu claro que pulei cedo da cama, para ir atrás de mais noticias do meu filho. Fui ate o investigador e ele estava viajando pro sul do país, fazendo algumas investigações, e mais uma vez voltei pra casa, com o sonho de um dia poder encontrar meu filho, e reparar o erro que cometi num momento de fraqueza. Cheguei em casa e como sempre meus pais assistiam TV, só os disse um oi, segui pro meu quarto e fiquei lendo alguns livros de receita, queria fazer algo diferente hoje pra Bia comer, mas claro, se ela estivesse em casa, ouvi alguem bater na porta e era minha mãe.

-Alguma novidade Clarissa?-ela perguntou se sentando em minha cama
-Não mãe, nunca tem nenhuma novidade, e o investigador esta viajando atrás de outro caso, e isso significa que vai demorar mais
-Não fale assim minha filha, tenha fé, um dia nos vamos encontrar seu filho
-Eu não sei se tenho mais fé mãe, já fazem 22 anos e nada ate hoje
-Mas é porque você demorou demais pra ir atrás de um investigador filha
-Mesmo assim mãe, eu já não tenho a certeza de que um dia vou poder ver meu filho antes de morrer
-Pare de ser pessimista Clarissa-disse minha mãe se sentando mais perto de mim-você lutou tanto por isso, e num vai ser agora que você vai desistir
-Não sei de mais nada mãe-disse respirando fundo-nem a Ana Beatriz eu consigo mais controlar, imagina se eu reencontro meu filho, ele vai me odiar por saber que eu sou a mãe que o abandonou, e a Bia vai me odiar, por saber que um dia eu fiz isso, e que se não fosse pelo pai dela interferir talvez eu faria a mesma burrice-disse já deixando as lágrimas escorrer
-Minha filha-disse minha mãe me abraçando-pare se culpar assim, você tem que agradecer a Deus todos os dias por ter a nossa Aninha por perto, e crer que um dia vai encontrar seu menino
-Meu menino-disse com voz de choro-queria tanto conhecer meu menino
-Se acalme minha filha, tente descansar um pouco-disse minha mãe me dando um beijo na testa e se levantando

Apenas assenti com a cabeça e ela enfim saiu do quarto, e lá estava eu, chorando mais uma vez, e pensando quando isso tudo ia acabar, sera que eu não merecia nem conhecer meu filho? sera que um dia poderia o abraçar e o chamar de meu menino? e outra vez perdida nos meus pensamentos, e chorando por minha droga de vida, acabei dormindo. Acordei mais uma vez, com o mesmo pressentimento de cedo, e outra vez tive o mesmo sonho, fiquei uns minutos apenas deitada em minha cama pensando nisso tudo, e ao ver que já se passava das 12:30 hrs, me levantei para almoçar. Meus pais já estavam na cozinha almoçando, apenas me servi e me sentei junto deles, minutos depois o telefone de casa tocou e minha mãe que já havia acabado de comer foi atender.

-Quem era mãe?-a perguntei assim que ela voltou toda sorridente para cozinha
-A Aninha, ela disse que vem almoçar, e vai trazer um amigo
-Que amigo?
-Não sei quem é, mas ela disse que só vamos o conhecer quando chegarem
-Ta vendo Clarissa, você não segura sua filha, daqui uns dias ela aparece aqui em casa gravida, e vai ser uma perdida que nem você-disse meu pai tentando me culpar
-Pai, não fale assim da minha filha, e outra eu nunca vou deixar isso acontecer, só porque eu errei, não significa que minha filha tambem vai errar
-Talvez ela não se torne como você Clarissa, mas se ela continuar solta desse jeito as consequências não vão ser nada boas, e se isso acontecer vai ser tudo culpa sua, que nunca deu exemplo a Ana Beatriz-meu pai dizia me olhando serio
-Getulio, não culpe a Clarissa, por Deus sera que vocês dois nunca vão viver sem ter uma discussão?-disse minha mãe nos encarando
-Eu só digo o que penso Marina, na minha época as coisas não eram erradas como é hoje, se uma filha, ou um filho fazia coisa errada antes do casamento, eles que se viravam com os seus proprios erros, e eu apenas lavo as minhas mãos, eu te eduquei da mesma forma que seus irmãos Clarissa, e a unica que me deu desgosto foi você, e eu sendo seu pai, tenho direito de expor meus pensamentos e meus conceitos sobre você-disse meu pai se levantando e indo pra sala
-Ele sempre é assim-disse respirando fundo
-Ele tem esse jeito duro de ser, mas no fundo ele te ama minha filha-disse minha mãe segurando uma de minhas mãos-ele só não demonstra nenhuma atitude posiva, pois foi criado assim, e eu conheço melhor que ninguem os pensamentos e o sentimentos daquele velho torrão-disse minha mãe rindo de canto
-Eu não sei o que fiz de bom pra merecer uma mãe como você-disse a olhando com sinceridade-meu pai e minha filha pouco se importam comigo, já você sempre ta do meu lado, te amo dona Marina
-Eu que te amo Clarissa, eu sou tua mãe, e mesmo que você, seu pai e a Aninha sejam todos muito cheios de confusões entre si, eu tenho que ser a pessoa que acalma e entende cada um
-As vezes queria ter a mesma força, e a mesma coragem que você mãe, e queria ser pra Ana Beatriz uma mãe como você é pra mim
-Você é uma excelente mãe minha filha, agora pare de ficar com essas paranoias que daqui a pouco a Aninha esta ai

Assenti pra minha mãe sorrindo, e ficamos conversando enquanto ela fazia um macarrão de forno que a Bia tanto amava. Escutamos um barulho no portão e um carro entrando na garagem, com certeza era a Bia, e minha mãe foi correndo olhar o forno novamente pra ver se o macarrão estava pronto, escutamos vozes na sala e passos se aproximando da cozinha, como eu estava sentada de costas para a entrada da cozinha, só percebi que Bia estava ali quando nos chamou.

-Mãe, vó, chegamos

Me virei e meu coração parou, ao ver minha filha e um rapaz, alto, moreno e branquinho, ao seu lado, fiquei o olhando sem acreditar, sera que era ele? meus olhos insistiam em negar aquela imagem a minha frente, mas meu coração de mãe bateu mais forte, ele era como sempre imaginei que fosse meu filho, e o mais incrivel de tudo, é que as semelhanças dele e do homem que mais amei na vida, eram destacaveis, estava me perguntando se aquilo era mesmo real, ou se o destino estava brincando comigo e com meus sentimentos de mãe, só sai do mundo dos meus pensamentos ao perceber Bia me chamando.

-Mãe-ela me chamou e eu mal sabia como falar algo-mãe, vem aqui cumprimentar o Luan

Anda sem acreditar e estremecendo por dentro me aproximei deles.

-Mãe, esse é o Luan, e Luan essa é Clarissa minha mãe-dizia minha filha toda feliz nos apresentando
-Muito prazer em conhece-la, dona Clarissa-disse ele me estendendo a mão que parecia um pouco tremula, eu apenas olhei sua mão e rapidamente a peguei, confesso que senti algo estranho enquanto o olhava e ele apertava minha mão, e num impulso o dei um abraço, senti meu coração acelerado e o apertei com todas as minhas forças
-Muito prazer Luan-eu disse toda sorridente-você é muito lindo, se parece tanto...-eu iria dizer que ele se parecia muito com o homem que marcou minha vida 
-Mãe-Bia me interrompeu-antes que você comece, que parece que já viu ele em algum lugar, e coisa e talz, ele é o Luan Santana, se isso responde sua pergunta
-Nossa-isso me pegou totalmente de surpresa-era exatamente isso que iria falar-sorri amarelo tentando disfarçar meus pensamentos sobre ele
-Pois é-Bia riu de canto-mas bem, eu e o Lu estamos com fome vó-disse ela já querendo o almoço

Fiquei perdida em meus pensamentos olhando para Luan, e o observava a cada gesto, desde o jeito de falar, de mexer as mãos, e isso só acendia mais aquela chama de esperança dentro de mim, e bem lá no fundo algo me dizia, o que eu tanto esperei saber durante esses anos, que ele era meu filho, mas para ter a certeza maior, iria o perguntar algumas coisas, confesso que minha curiosidade era enorme para saber tudo sobre a vida daquele menino.

-Então Luan, tem quantos anos?-o perguntei enquanto ele comia sentado ao lado de Bia
-Fiz 22 em março-ou eu estava escutando demais ou era mais uma vez o destino fazendo isso comigo, faziam 22 anos que abandonei meu filho e o mais incrivel é que tudo aconteceu no mês de março, e pra ter mais certeza ainda continuei a lhe perguntar
-Você nasceu onde?-confesso que perguntei já temendo se a resposta fosse...
-Campo Grande-e mais uma vez meu coração parou de bater e acelerou ao mesmo tempo, meu Deus sera mesmo que isso era possivel? eu que tanto procurei meu filho, ele aparecer assim do nada em minha casa
-Nós tambem somos de Campo Grande-disse minha mãe-moramos um bom tempo lá
-Então sua familia é de lá e nem pro cê me falar muié?-disse ele olhando pra Bia
-Não sabia que você era de Campo Grande Lu
-Mas você morou sempre lá em Campo Grande?-mais uma vez perguntei
-Não, já morei em varias cidades, devido o emprego do meu pai a gente vivia mudando de cidades, e isso as vezes era cansativo-ele já morou em varias cidades com os pais que o criaram, sera que isso explica o porque de eu nunca o encontrar em uma determinada cidade?
-Mas como veio parar aqui em Londrina?
-Por causa do meu trabalho, meu empresario e meu escritorio ficam aqui em Londrina, ai por isso eu tive que me mudar pra cá
-Deve ser muito bom ter um filho cantor-disse pensando alto e Luan apenas sorriu pra mim, talvez ele não entendesse nada, e achasse normal essas perguntas um tanto que simples, mas pra mim, eram as respostas, das buscas de uma vida toda que eu sempre procurei

Minha mãe tambem o perguntava algumas coisas, e eu mais o observava, ele era como eu sempre imaginei que meu filho fosse, e vendo ele ali, e Bia ao seu lado, sentia uma alegria enorme, ver meus dois filhos lado a lado, sendo amigos, e se ele realmente for meu filho, vou ser grata a Deus todos os dias por finalmente encontrar a parte de mim que ainda estava perdida. Eles acabaram de comer e ficaram um pouco em silêncio, eu ainda perguntei se ele queria comer mais, mas ele estava todo timido e negou, mas elogiou a comida de minha mãe. Minutos depois, ele enfim quebra o silêncio, com uma voz meia que de nervosismo.


-É... dona Clarissa, preciso conversar com a senhora
-Pois diga então Luan, só que me chame de Clarissa, não sou tão velha assim-disse sorrindo e o tentando fazer se sentir a vontade
-Claro que não, cê é nova e bonitona ainda-ele disse rindo de canto e que belo sorriso-então do... Clarissa, eu e a Bia, já nos conhecemos a um bom tempo e de lá pra cá surgiu uma amizade enorme entre a gente...-não comecei a gostar dessa conversa e desfiz minha cara de felicidade-e sabe ela é uma moça linda, simpatica, de familia, e entende meu trabalho, e por isso veio surgindo um sentimento entre a gente e...
-Luan, vá direto ao ponto-disse o olhando séria, e o medo de que os dois possam ter algo me dominava
-Ta-ele respirou fundo-é que... é que eu, queria... pedir a Bia em namoro
-O que?-disse me levantando da mesa indignada-a Ana Beatriz é muito nova pra isso e...-ia tentar argumentar mas logo ela me interrompeu
-Mãe-disse Bia se levantando-eu não sou mais um bebê, tenho 20 anos você querendo ou não, e se você não quiser aceitar meu namoro com o Luan tudo bem, quem tem que decidir meu namorado sou eu não você
-Ana Beatriz, abaixa seu tom de voz comigo, eu sou sua mãe, e eu sei o que é o melhor pra você, e já que querem tanto saber, minha resposta é não, não aceito esse namoro-disse não aguentando mais segurar o choro e sai correndo dali

Me tranquei em meu quarto, e me odiei mais ainda, o que eu fiz de errado agora, sera que por minha culpa, dois irmãos estavam cometendo um pecado enorme de quererem ficar juntos? chorei de raiva e de odio de mim mesma, não queria que isso acontecesse, eu tinha que interferir de alguma maneira nisso, mas no momento eu não tinha força, nem coragem de me levantar dali e sair correndo e gritar que os dois eram irmãos, e não podiam ter nenhum sentimento além disso, o nojo de os imaginar crescia em mim, e me culpava mais ainda, a culpa era minha, o erro era meu, e agora quem ira pagar e sofrer com as consequências serão eles, e eu. Minha mãe entrou no meu quarto com uma cara de repreensão, mas ao ver meu estado, apenas me abraçou, e eu queria lhe contar tudo, sobre minhas duvidas, mas o que eu sabia fazer era só chorar, e mesmo que meu lado mãe esteja gritando que o rapaz que esta na minha cozinha é meu filho, minha consciência diz pra mim rezar pra que isso não passe de uma coincidência, e uma confusão de minha parte.

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Olá amores, ta ai mais um capitulo, confesso que demorei postar, pois pensei bastante em como escrever ele, ficou um pouco repetitivo, mas é preciso, e ai sera mesmo que o Luan é o filho de Clarissa? tudo diz que sim, mas vamos ver né, e agora o que ela vai fazer? e como fica Bia e Luan nessa historia? comentem ai amores, e eu vou divulgar a fic de duas lindas aqui 
http://pamelladocarmo.blogspot.com.br/2014/08/sinopse.html
http://webpravclembrardemim.blogspot.com.br/
Quero saber a opinião de vcs sobre a fic, comentem ai, bjoooos.

domingo, 3 de agosto de 2014

36ºCapitulo

Depois que saimos do cinema, estavamos parecendo dois bobos apaixonados trocando frases fofas e beijos dentro do carro.

-Bia amorzinho meu, que tal a gente ir comer alguma coisa?
-Não sei Lu, você ta com fome?
-To-disse rindo
-Você é um gordo mesmo, comeu a pipoca toda sozinho e bebeu refrigerante sem me dar nem um pouquinho, e já ta com fome
-É que to em fase de crescimento ainda amor-disse rindo
-Só se for crescimento pros lados-nós dois rimos
-Eu sou gostoso, isso é inveja do meu corpinho-disse erguendo sua camisa e passando a mão pela barriga
-Bobão-ri dele

Luan como estava com fome seguiu para um restaurante, e claro era o melhor da cidade, e por sorte não estava lotado, entramos, e quando o dono dali viu o Luan ficou cheio de dedos com ele, e comigo não foi diferente, afinal ele conhecia meu pai e sempre iamos ali, nos sentamos numa mesa mais reservada e fizemos nossos pedidos. Depois que jantamos, e o dono nos agradeceu mil vezes por ter ido ali, enfim seguimos para o apartamento.

-Vai dormir comigo hoje bebê?-perguntei a Luan assim que ele estacionou o carro
-Mas é claro, eu tava doido de saudades da minha namorada-disse me dando um selinho molhado
-Que bom-disse o lançando um olhar provocativo

Descemos do carro e seguimos para o elevador, queria muito subir aos beijos com Luan, mas infelizmente tinha um casal meio jovem ali com um bebê, e um senhor bem vestido, ficamos em um canto abraçados e apenas os cumprimentamos com um oi, chegamos no andar do apê e abri a porta com Luan ainda agarrado a minha cintura. Ele estava bem animado e já foi me beijando, mas ainda queria o fazer uma surprezinha, então me desviei dele e o empurrei de leve, e Luan me olhou sem entender.

-Não quer me beijar não?-perguntou indignado
-Claro que quero amor, mas espera aqui, que vou te fazer uma surpresinha-o dei um selinho rapido e corri pro quarto

Luan como era muito curioso, veio atrás, e como já sabia que ele viria entrei no banheiro e me tranquei lá, passei bastante do meu perfume que ele gosta, arrumei meu cabelo, e tirei minha roupa ficando apenas com a lingerie pink que comprei e coloquei uma camisola que era conjunto da peça.


Me concentrei um pouco, ate tomar coragem de ir ate lá, eu não era timida em relação a Luan, mas essa ideia louca de vestir algo para seduzir algum homem, era novo pra mim. Enfim destranquei a porta, e quando sai do banheiro, o olhar de Luan veio diretamente pra mim, ele estava todo jogado na cama mexendo em algo no celular, sei que o deixei desconcertado, pois o celular caiu bem na cara dele e ele não tirava o olhar de mim mordendo os lábios. Fui me aproximando a passos lentos e meu coração foi disparando, conforme o olhar de Luan sobre mim ia tendo mais desejo dentro deles, fiquei a dois passos da cama e ele veio engatinhando ate ficar de joelhos em cima da cama, bem de frente comigo.

-Você me deixa louco-disse olhando descaradamente para o meu corpo e mordendo os lábios
-E vai ficar só olhando?-perguntei um tanto provocativa e ele me agarrou pela cintura me dando um beijo voraz e cheio de paixão.


Luan foi se deitando na cama e me puchando junto para ficar por cima dele, nos deitamos sem desgrudar nossos lábios, e o clima só ia esquentando. Encerramos o beijo só por causa do maldito folego nos faltando, e Luan já todo cheio de fogo nos virou na cama ficando por cima, e mais uma vez me dando um beijo quente. Seus lábios desgrudaram do meu e foram em direção a meu pescoço, e eu amava cada toque dele em mim.


Como eu estava a fim de comandar tudo naquela noite, fui arrancando a camisa de Luan e o tentando virar para ficar por cima dele novamente, Luan entendeu o recado e me deixou ficar por cima. O dei um longo beijo nos lábios e depois fui descendo os beijos pelo seu peitoral e barriga.


Ele já estava mais que excitado, tirei sua calça, e me deparei com seu volume na cueca, dei uma mordida no pé de sua barriga, e subi novamente com os beijos, depois fiquei me concentrando em seu pescoço, e as vezes mordendo de leve sua orelha e sussurrando que o amava.

-Amor, cê já ta me deixando louco-dizia Luan com voz excitada enquanto eu ainda o fazia caricias e distribuia beijos pelo seu pescoço
-Ta gostando bebê?-sussurrei o mais sexy possivel em seu ouvido
-Amor o Luan Jr. já quer brincar, então deixa eu fazer as coisas-pedia todo manhoso e excitado
-Nada disso-disse me sentando em sua barriga-eu que comando hoje-pisquei meu olho pra ele
-Hoje cê ta que ta amorzinho, assim que eu gosto-disse mordendo seu lábio inferior

Apenas sorri de canto e comecei a tirar minha camisola ainda sentada em cima dele, Luan estava vidrado em mim, e só respirava fundo vendo eu me despir ali, depois tirei meu sutiã sensualmente e Luan já não negava a cara de safado olhando meus seios, voltei a beijar sua boca, e depois desci novamente os beijos, tirei sua cueca e minha vontade de te-lo só aumentou, fiquei de joelhos em cima de suas penas, e tirei a unica peça que nos separava, e como meu desejo por ele já era grande, sentei em sua ereção, e Luan arfou na hora. Nunca haviamos nos amado com tanto desejo como nessa noite, trocamos de posições varias e varias vezes, e não nos cansavamos um do outro, fizemos amor ate madrugada, e enfim quando estavamos satisfeitos, e a canseira chegou, nos deitamos lado a lado, e fiquei acariciando o cabelo e o peitoral de Luan que já estava de olhos fechados e quase dormindo.


-Eu te amo-disse baixinho como se fosse um grande segredo e ele abriu os olhos e olhou em direção aos meus
-Eu te amo minha neném-disse baixinho como eu e me lançou um de seus melhores sorrisos
-Nunca imaginei que iria amar alguem assim
-Assim como?
-Bobo, crianção, manhoso, idiota...
-Nossa nois acaba de fazer amor e cê vem me xingar?-disse erguendo uma sobrancelha
-Não bobão-sorri de canto-você é tudo isso que falei, só que não me deixou dizer o mais importante, que é carinhoso, romantico, lindo e o mais importante o amor da minha vida-Luan sorriu todo bobo e me puchou para deitar em seu peito
-Eu que te amo muito, amor da minha vida-disse beijando minha mão por cima da nossa aliança de namoro e acariciando meus cabelos
-Senti tanto sua falta, ficava todos os dias imaginado quando iria te ver de novo, e te ter aqui comigo
-Tambem senti saudades do cê amorzinho-beijou minha testa-cê num sabe o quanto é ruim dormir cada dia em um hotel diferente, e te imaginar nos meus braços, sentindo seu cheiro-cheirou meu cabelo-e saber que eu posso te proteger
-Você já me faz bem só por existir-disse me ajeitando em seus braços e o olhando-você é meu amor, minha vida, meu porto seguro, te amo demais Luan
-E eu não te amo-ele disse me olhando serio e eu gelei com isso-eu te vivo, você é minha vida-disse me lançando um sorriso de lado e eu não resisti e lhe beijei

E assim terminamos a noite, depois de exaustos por nossas horas de amor, aconchegados um no outro, e eu me sentindo a mulher mais feliz e realizada do mundo, por ter ele em minha vida, e por poder dormir em seus braços, sentindo todo seu amor por mim. No dia seguinte acordei com alguem me ligando, estava com preguiça de atender, e quando atendi já estava no ultimo toque, e nem vi quem era direto.

Ligação on.
-Alô?-disse com voz de sono e baixo para não acordar Luan que dormia tranquilamente ao meu lado
-Oi amiga, não vem pra facul hoje?-era Francielle
-Não Fran, to super...-bocejei-cansada
-É, percebe-se -ela riu-pelo visto a noite com o cantor foi boa né-dizia rindo maldosa
-Opa-ri de canto-mas o que queria comigo?
-Só liguei pra perguntar se viria mesmo, porque eu tinha umas coisinhas pra contar sabe, mas já que sei que ta com seu amor e não quero atrapalhar Bia
-Tudo bem amiga, a gente se fala depois, porque ainda to morrendo de sono...-bocejei de novo
-Ok então dorminhoca, a gente se fala Bia, beijos e aproveite o dia com o gato
-Pode deixar-ri de canto-beijos,boa aula e depois me passe a materia
-Passo sim, tchau minha loira
-Tchau
Ligação off.

Desliguei a ligação e olhei a hora, era 07:25 hrs da manhã ainda, e como fui dormir de madrugada, só queria acordar bem tarde, desliguei meu celular, para ninguem atrapalhar meu sono, me aconcheguei em Luan novamente que dormia feito pedra, e logo peguei no sono.

Narrado por Luan.

Eu estava completamente feliz com a Bia, ela era realmente uma namorada diferente de todas que já tive, e passar um mês sem vê-la foi dificil pra mim, confesso que me segurar para não trai-la foi dificil, pois a minha volta é cheio de mulheres lindas e gostosas, mas como eu não acho certo trair e a amo de verdade, pensei nela todos esses dias, e quando enfim nos encontramos me senti completo outra vez, pois estar longe dela é como se metade de mim faltasse, e só com ela eu me sentia inteiro. Nossa noite foi incrivel, fomos no cinema, jantamos e depois ela ainda me surpreendeu toda sexy naquela lingerie pink, ela já era linda e vestida daquele jeito então, nem se fala, nos amamos a noite toda e depois dormi com minha amada em meus braços, me sentindo o homem mais feliz do mundo. No dia seguinte acordei e a vi agarrada a mim, sorri de canto ao vê-la tão linda aconchegada em meu peito, peguei meu celular que estava no criado mudo ao lado, e já se passava das 14:15 hrs da tarde, fiquei um pouco na cama apenas a olhando, e depois tentei sair devagar para não acorda-la, ela se mexeu um pouco, mas se virou pro lado e parecia ainda dormir, segui para o banheiro e como estava todo suado e fazia calor na pequena Londres, tomei um banho rapido, e sai com uma toalha amarrada na cintura, minhas roupas estavam jogadas pelo quarto e ri me lembrando de nossa noite, vendo as peças dela tambem jogadas no chão, como não tinha outra roupa ali, me vesti com a da noite anterior, e quando estava terminando de secar meu cabelo com um secador ali no banheiro, ela entra ali com a maior cara inchada de tanto dormir enrolada no lençol.

-Bom dia minha dorminhoca-disse a abraçando por trás e dando um beijo em seu rosto
-Bom dia o caralho-disse com cara de brava jogando o lençol no chão e entrando no box do banheiro
-Nossa amor, que eu fiz de errado?-perguntei não entendendo o porque desse mal humor
-Você nada, desculpa-disse colocando a cabeça para fora do box-é que desceu pra mim hoje, e isso me deixa irritada-disse fechando o box novamente
-Percebe-se-eu ri
-E para de rir, porque enquanto eu tiver nesses dias você vai ficar só na vontade-disse ainda com voz irritada de dentro do box
-Sobrou ate pra mim poxa-sorri indignado e voltei a secar meu cabelo
-Luan faz favor, pega uma toalha seca pra mim-ela disse minutos depois
-E na onde fica a toalha?-disse abrindo o box e a vendo de costas enxaguar o cabelo, e meu amigo já deu sinal de vida, a vendo daquele jeito com a água escorrendo pelo seu corpo, não prestei atenção em mais nada e fiquei vendo seu corpo nu a minha frente, ate ela se virar pra mim e me olhar com cara de brava tacando água na minha cara
-Luan ta fazendo o que aqui? num te mandei ir buscar a tolha?-disse me olhando seria
-É que ocê num falou onde fica mor-disse tentando a olhar nos olhos, e não desviar a atenção para seu corpo
-Claro que falei Luan, no armario do lado esquerdo no quarto, que planeta você vive?-perguntou me olhando com as mãos na cintura e eu não pude deixar de olhar seus seios e a água escorrendo por eles-Luan-ela disse brava e me tacou mais água-para de ficar me olhando feito bobo e vai logo pegar a toalha-disse ela me empurrando dali e fechando o box

Fiquei alguns segundos ainda pra me recuperar da imagem da minha namorada tomando banho, e só voltei na real com outro grito de Bia.

-Já trouxe a toalha Luan?

Fui correndo ate o armario do quarto e de cara achei a bendita toalha, voltei no banheiro e ela já esperava pela toalha só com a cara de fora do box, a entreguei a bendita toalha, e ela me mandou sair dali, pra ela se arrumar, como a muié tava brava sai dali correndo antes que ela resolvesse me bater, apesar de eu ser namorado dela e da gente não ter vergonha um do outro, eu nunca a tinha visto de TPM e cara me deu medo, por isso hoje eu ia tentar a mimar, e não falar ou fazer besteiras, porque mulher brava taquipariu.
Bia saiu do banheiro enrolada na toalha, e só de me olhar, já entendi que era pra vazar do quarto, fui pra sala e liguei a TV, estava passando um negocio sobre comida, e como eu estava morrendo de fome, resolvi mudar de canal, fiquei zapeando os canais, ate sentir uma mão em meu ombro e a vi agora mais calma, sorrindo pra mim, ela se sentou em meu colo toda manhosa e me deu um selinho.

-Desculpa bebê-disse alisando meu rosto-odeio ficar nesses dias, e por isso fico irritada, mas você num tem culpa de nada ta-me deu outro selinho
-Tudo bem minha nenénzinha-cheirei seu pescoço-entendo que esses dias é nada legal, e por isso vou ficar o mais quietinho possivel e te mimar muito-beijei seu pescoço
-Que namorado mais lindo que eu tenho-disse segurando meu rosto entre suas mãos-eu te amo Lu, e desculpa por ter ficado brava aquela hora
-Eu já te desculpei amor, esquece isso-a dei um selinho-que tal a gente ir lá pra minha casa almoçar em?
-Não sei-ela disse pensativa-você ta com fome né amor?
-Muita-disse rindo de canto
-Espera aqui um minutinho, já venho-disse me dando um selinho e indo pro quarto

Não entendi nada e fiquei vendo TV, ate ela aparecer novamente sorrindo e me puchando para levantar.

-Preparado para conhecer a sogra?-ela perguntou divertida
-Serio?-perguntei meio assustado, não conhecia a mãe dela, mas pelo o que Bia me contava a mulher era super protetora
-Sim, liguei lá em casa e minha avó disse que minha mãe esta em casa, perguntei se já almoçaram e ela me disse que já, mas que esta anciosa pra te conhecer
-Eita, sera que sua mãe num vai me expulsar de lá com cabo de vassoura?
-Não-ela riu-fica tranquilo, quem tem que gostar de você sou eu, não minha mãe-disse me dando um selinho-vamos?
-Bom, já que to morto de fome, e um dia tinha que conhecer a sogrona, vamos

Seja o que Deus quiser, pensei assim que entrei no carro de Bia e seguimos rumo a sua casa, eu não sabia onde ela morava, e por isso estava atento a tudo.

-Então senhor Luan Santana, minha casa num é de ninguem do seu nivel não, então por favor não repare em nada
-Que isso amor-eu ri-eu já morei em casas simples tambem
-Pode ser, mas sei lá, você é o Luan Santana e é meio vergonhoso te levar lá em casa-ela disse rindo de canto
-Imagina amor-disse pegando uma de suas mãos e a beijando-num precisa ter vergonha não, e antes de tudo eu sou seu namorado
-Ta bem bebê, mas vamos fazer assim, você fica no carro, eu entro na garagem e só ali dentro você desce, porque não quero que os vizinhos fofoqueiros fiquem falando coisas de mim por ai, e não quero gente na porta da minha casa só porque o Luan Santana ta ali
-Ok senhorita, como cê quiser amor-disse rindo

Eu já imaginava que Bia morasse num bairro comum, e era raro eu andar por esses bairros em Londrina, eu ia mais era ate o centro e no condominio, o resto da cidade eu num andava, porque sabia que causaria tumulto. Nem percebi quando Bia parou o carro, ela mandou eu ficar ali, e foi abrindo o portão de grade branca da casa, era um casa simples mas ate bonita, o muro era verde e podia se avistar um jardim na frente da casa, logo ela voltou pro carro e foi entrando, estacionou na garagem da casa, e fechou o portão, só depois ela abriu a porta do carro pra mim.

-Então amor, bem vindo a minha humilde residencia

Desci do carro e confesso que tava tremendo todo, mal imaginava como seria a mãe dela, e seus avós, e estava com medo da reação deles ao me ver, e o que eles pensariam, de mim, mas enfim, entrelacei minha mão com a de Bia e ela foi me puchando, antes de abrir a porta da casa ela me deu um selinho e enfim abriu a porta, e meu coração foi a mil.

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Olá amores, mais um capitulo ta ai, tentei fazer um hot, pras safadinhas de plantão que viviam me cobrando kkkkkkkk, num ficou tão hot, mas sei lá, espero que gostem, mas e ai o que sera que vai acontecer nesse almoço em? sera que Clarissa e os avós de Bia vão tratar bem o Luan? comentem ai amores, bjooos